segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Coisas de Ouvintes !!!

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

CENTENÁRIO DO NOBEL AO INVENTOR DO RÁDIO É COMEMORADO NA ITÁLIA



ROMA, 4 NOV (ANSA) - A Itália comemora neste ano o centésimo aniversário da premiação do Nobel da Física de 1909 a Guglielmo Marconi por sua "contribuição ao desenvolvimento da telegrafia sem fio".
A homenagem inclui uma série de jornadas de estudo propostas pela Fundação Ugo Bordoni -- organização de pesquisa e consultoria em Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), com sedes em Roma e Bolonha -- em parceria com o governo italiano.
De acordo com o presidente da Fundação, Enrico Manca, "serão 70 oradores de dez países e 11 universidades e centros de pesquisa" que se revezarão em três eventos, nos dias 9 de novembro, 11 de dezembro e 28 de janeiro.
Também estarão presentes representantes de instituições e empresas de TIC.
A iniciativa foi apresentada hoje no Palácio Chigi, sede do governo italiano, pelo subsecretário do Conselho de Ministros, Gianni Letta, e pelo vice-ministro de Desenvolvimento Econômico, Paolo Romani.
Ainda em comemoração ao centenário do Nobel, a Fundação Ugo Bordoni concederá seis bolsas de doutorado, em parceria com universidades italianas.
Nascido em Bolonha, Guglielmo Marconi (1874-1937) é considerado o inventor oficial do rádio. Ele patenteou um sistema de telegrafia sem fios que lhe deu o monopólio das radiocomunições e, nos anos 1920, efetivou a primeira rede intercontinental de transmissão por esse meio. (ANSA)
04/11/2009 13:32

Fonte: Ansa.it

Concessão de rádio comunitária poderá ficar restrita a entidade com pelo menos dois anos de atuação


[Foto: ]

As autorizações para a exploração do serviço de radiodifusão comunitária poderão ficar restritas a associações ou fundações que estejam em atuação há pelo menos dois anos. Esse é o teor do projeto (PLS 260/09) aprovado nesta quarta-feira (4), em decisão terminativa, na Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT). A matéria segue para a Câmara, caso não haja recurso para análise em Plenário.

O texto, de autoria do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), modifica a Lei das Rádios Comunitárias (9.612/98) e pretende evitar a utilização da concessão pública de forma inadequada por entidades "a serviço de causas que não se coadunam com os fins para os quais a radiodifusão comunitária foi criada", justificou.

Ele afirmou que a alteração na lei pretende evitar o aproveitamento econômico das rádios. Conforme explicou, em alguns casos, há desvio de função e a rádio, que deveria servir a finalidades educativas, artísticas, culturais e informativas e para a integração dos membros da comunidade atendida, acaba exercendo atividades comerciais, "levando publicidade e não informação" a essas comunidades.

- As rádios comunitárias estão invadindo o setor da comunicação privada, comercial. É preciso que fique bem definida a importância da radio comunitária e seu espectro de atuação - argumentou o parlamentar.

O relator, senador Valdir Raupp (PMDB-RO), acatou emenda do senador Gerson Camata (PMDB-ES) pedindo a modificação da lei para excluir a expressão "preferências sexuais" entre os princípios de não discriminação que as rádios comunitárias devem atender. Tais princípios incluem a não discriminação de raça, sexo, religião, convicção político-ideologica e condição social. Ao sugerir a mudança, Camata argumentou que a manutenção da expressão poderia facilitar a atuação de pedófilos, por exemplo.

Atos

Foram aprovados ainda 29 atos que outorgam autorização para o funcionamento de rádios em municípios dos estados de Paraná, Santa Catarina, Maranhão, Rio Grande do Sul, Mato Grosso, Paraíba, São Paulo, Ceará, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás, Alagoas, Pernambuco e Pará; outros dois atos de permissão de exploração de serviço de radiodifusão em São Paulo e Mato Grosso; e um ato que outorga concessão para exploração de serviço de radiodifusão no Rio de Janeiro.

Ciência pela paz

Ao abrir a reunião desta quarta-feira, Flexa Ribeiro, que preside a CCT, informou que será realizada, no próximo dia 12, audiência pública para comemorar o Dia Mundial da Ciência pela Paz e pelo Desenvolvimento, às 9h, no Plenário do Senado.

Homenagem

Flexa Ribeiro também fez uma homenagem ao senador Flávio Torres (PDT-CE), suplente da senadora Patrícia Saboya (PDT-CE). Torres deverá deixar o Senado na próxima semana, quando Patrícia Saboya reassume seu mandato. Na homenagem, o parlamentar pelo Ceará ocupou a presidência do colegiado e vários senadores o felicitaram pela passagem de seu aniversário, comemorado neste dia 4, e por sua atuação nos quatro meses de mandato.

Elina Rodrigues Pozzebom / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agencia Senado

Aprovada nova regra para autorização de rádios comunitárias


A exploração de serviço de radiodifusão comunitária poderá passar a ser restrita a entidades com pelo menos dois anos de funcionamento, conforme propostaaprovada há pouco pela Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT). De autoria do senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA), o projeto recebeu voto favorável do relator, senador Valdir Raupp (PMDB-RO).

Conforme justificação do autor, a medida visa assegurar que somente associações e fundações com atuação consolidada localmente possam requerer a operação de emissoras comunitárias de radiodifusão, evitando-se assim a exploração comercial do serviço.


(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

Fonte: Agencia Senado

sábado, 31 de outubro de 2009

Impressões de uma recém-convertida

Confesso que demorei a me render ao gravador digital. Tinha o meu pré-histórico de fitona desde o primeiro período de faculdade e com ele fiquei até este mês, quando decidiu parar de funcionar de vez (a tecla de rebobinar já saltava fora quando eu apertava o Play há vários anos Com vergonha).

Quer dizer, se ele ainda estivesse funcionando, talvez eu ainda estivesse armazenando fitas na minha caixa aqui do lado...

Mas minha última pauta foi feita com o gravador digital que comprei pela internet (este aí que ilustra o post – longe de ser um dos melhores, mas valeu o custo-benefício). E queria dividir as impressões de uma recém-convertida, até para ajudar os (raros) que ainda se apegam à K7:

  • Minha bolsa ficou cinco vezes mais leve;
  • Ainda demorei algum tempo para me acostumar aos botões, mas depois de dois dias entrevistando as pessoas, peguei o jeito;
  • Mesmo assim, perco alguns segundos para colocar para gravar: quando antes eu só tinha que apertar play-rec e pronto, agora tenho que ligar, colocar em modo de espera e dar o rec. Meu gravador não é rapidíssimo, então lá se vão uns 7s. Mas nada que vá fazer tanta falta no dia a dia;
  • Esqueci de desligar a gravação em certo momento, deixando o gravador ligado dentro da bolsa por três horas. Serviu pra gastar pilha à toa, mas também para ver que a qualidade do áudio é excelente, porque eu consegui ouvir tudo o que as pessoas disseram no período em que ele esteve embaralhado entre minhas chaves, celular, papéis, canetas, bloquinho, e todas as coisas que dizem que existem em bolsas femininas Bem humorado
  • Não sei se é burrice minha ou do gravador, mas estou com dificuldades de cortar as gravações antes de passar para o computador e demoro anos pra dar FF;
  • A qualidade da gravação pelo telefone também é bem melhor e com bem menos cortes que sofria com meu gravadorzão (mas talvez porque o fio seja mais firme também);
  • AMEI poder passar meus áudios pro computador em poucos segundos, via USB! Uma grande vantagem disso, além da organização, é que dá para editar áudios em programas como o Soundforge e tirar ruídos ou aumentar bastante o volume – o que muitas vezes é o único jeito de ouvir uma gravação sofrível;
  • Uma vez no computador, coloquei minhas entrevistas em pastinhas organizadinhas, com nome de cada entrevistado e data, dentro de outras subpastas. Definitivamente mais fácil de encontrar o trecho que eu quero na hora de fazer a transcrição ou de checar alguma informação do texto;
  • É possível separar as falas dos entrevistados durante a gravação, bastando apertar stop e rec de novo. Em uma entrevista longa, sobre vários temas diferentes, essa separação funciona como pré-edição e facilita muito na hora de escrever;
  • Achei menos assustador para os entrevistados do que o gravadorzão.

Enfim, essas são as primeiras impressões. Claro que podem mudar à medida que eu for conhecendo melhor meu novo parceiro de pautas. Mas, no geral, recomendo! Jóia

Fonte: Folha Online Blogs

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

Livros de Comunicação Gratis na Rede

Baixe livros de comunicação grátis no link

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Conheça os vencedores do Prêmio Comunique-se 2009



Categoria Comunicação
Agência de Comunicação – In Press Porter Novelli
Propaganda e Marketing – Marili Ribeiro, de O Estado de S. Paulo
Profissional de Comunicação Corporativa – Fernando Thompson, da Vale

Categoria Jornalista de Sustentabilidade
André Trigueiro, da TV Globo News

Categoria Jornalista de Cultura
Mídia Eletrônica – Marcelo Tas, da TV Bandeirantes
Mídia Impressa – Artur Xexéo, de O Globo

Categoria Blog
Blog do Noblat

Categoria Jornalista de Tecnologia
Daniela Braun, do IDG Now!

Categoria Correspondente Internacional
Correspondente Brasileiro no Exterior - Mídia Eletrônica – Sonia Bridi, da TV Globo
Correspondente Brasileiro no Exterior - Mídia Impressa – Sérgio Dávila, da Folha de S. Paulo
Estrangeiro no Brasil – Todd Benson, da Reuters

Categoria Repórter
Mídia Eletrônica – Ernesto Paglia, da TV Globo
Mídia Impressa – Elvira Lobato, da Folha de S. Paulo
Repórter de Imagem – Evandro Teixeira, do Jornal do Brasil

Categoria Colunista
Colunista de Notícias – Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo e Rádio BandNews FM
Colunista de Opinião/Articulista – Luis Fernando Veríssimo, de Zero Hora, O Globo e O Estado de S. Paulo
Colunista Social – Sonia Racy, de O Estado de S. Paulo

Categoria Jornalista de Política
Mídia Eletrônica – Lucia Hippólito, da Rádio CBN
Mídia Impressa – Clóvis Rossi, da Folha de S. Paulo

Categoria Jornalista de Esporte
Mídia Eletrônica – Tadeu Schmidt, da TV Globo
Mídia Impressa – Juca Kfouri, da Folha de S. Paulo
Locutor Esportivo – Luis Roberto, da TV Globo

Categoria Jornalista de Economia
Mídia Eletrônica – Joelmir Beting, da TV Bandeirantes
Mídia Impressa – Carlos Alberto Sardenberg, de O Estado de S. Paulo e O Globo

Categoria Executivo de Veículo de Comunicação
José Trajano, da ESPN

Categoria Apresentador / Âncora
TV – Renata Vasconcelos, da TV Globo
Rádio – Milton Jung, da Rádio CBN


Fonte: Comunique-se

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Parabéns aos radialistas!




Radio+idealista = Radialista

21/09/09

Nesta segunda-feira, dia 21 de setembro, se comemorou-se o "Dia do Radialista".

Em homenagem à data, o Adnews colheu declarações de dois renomados profissionais da área para resumir o que é ser radialista nos dias de hoje e perspectiva para a profissão. Veja abaixo a opinião de Zallo Comucci, Gerente Executivo da CBN e Miriam Chaves, diretora-executiva da rádio Eldorado AM e FM.


- O que é ser radialista nessa era digital da comunicação?

Zallo Comucci: A CBN surgiu em 1991 para levar jornalismo 24 horas no AM e três anos depois foi também para FM, onde conquistou um novo público. Hoje, o nosso desafio é conquistar as pessoas que estão plugadas. E isso já vem acontecendo. As pessoas estão criando o hábito de ouvirem rádio no computador do trabalho ou de casa enquanto navegam na internet. Isso significa que o rádio se integra perfeitamente com a internet. Além disso, temos explorado todas as ferramentas que permitem a interação. Nós temos usado o blog para mostrar os bastidores e receber as sugestões de nossos ouvintes. Hoje, praticamente, todos os programas da CBN utilizam o Twitter. Assim os ouvintes podem passar informações da rua, podem fazer perguntas aos entrevistados e também podem fazer comentários sobre os assuntos de seu interesse.


- O que falta melhorar na profissão?

ZC:O Rádio é tão ou mais rápido do que a internet. Um repórter com um celular entra no ar e narra o fato no momento em que ele está acontecendo. Além disso, o repórter utiliza também o celular para fotografar os acontecimentos da cidade e envia para a publicação nos blogs dos programas. Quanto à interatividade, o jornalista de rádio já estava acostumado. O rádio sempre usou o telefone para participação do ouvinte. Agora o rádio utiliza a internet para aumentar essa interação. O e-mail, o blog, o twitter, essas ferramentas deram ao rádio uma possibilidade muito maior de interatividade.


- Como será daqui a alguns anos?


ZC: As perspectivas do rádio são ótimas. A do jornalista também. É claro que a tecnologia digital passou a exigir do jornalista um cuidado muito maior. No passado, o jornalista tinha mais tempo para apurar a notícia. Hoje, a facilidade é tão grande que o perigo de você colocar uma notícia que não aconteceu é muito maior. Além disso, a pressão da concorrência pode levar o jornalista a cometer erros. De qualquer forma, no rádio, na internet, em todas as mídias, sempre será necessária a presença do jornalista. O volume de informação que temos acesso é muito grande. Isso exigirá o trabalho de um profissional com credibilidade para fazer a seleção das informações mais importante para o público.



- O que é ser radialista nessa era digital da comunicação?


Miriam Chaves: O rádio complementa os outros meios digitais. Nós não queremos competir com eles, mas sim nos aliar e aumentar o número de meios para divulgar o bom conteúdo da Eldorado. Hoje, é possível ouvir a eldorado pelo celular e acompanhar as notícias pelo site Território Eldorado.


- O que falta melhorar na profissão?

MC: O rádio é mais rápido que a internet, pois ele é ao vivo e instantâneo. Nossos repórteres estão sempre na rua e conseguem interagir com os ouvintes. No caso do buraco do metrô em São Paulo, por exemplo, a Eldorado estava lá para passar as notícias assim que aconteceu o episódio. Assim que acontece alguma notícia importante como a queda de um avião, o público ainda liga o rádio para saber o que aconteceu.


- Como será daqui a alguns anos?


MC: O rádio vai continuar existindo, pois ele é o único meio que permite com que as pessoas ouçam as notícias fazendo outras atividades. Os outros meios exigem que as pessoas estejam paradas. Os radialistas vão continuar trabalhando como hoje. Eles vão continuar transmitindo as notícias e interagindo com o público.
Fonte: AdNews

Inscrições para prêmio de jornalismo vão até dezembro


Profissionais de comunicação podem se inscrever, até o dia 31 de dezembro, no Prêmio Mapa de Jornalismo. Os trabalhos devem abordar iniciativas inovadoras na agricultura, com práticas conservacionistas e os interessados podem participar nas categorias: jornalismo impresso, radiojornalismo, telejornalismo e internet, sendo permitidos até três trabalhos por categoria.

A comissão julgadora, composta por cinco jornalistas, terá um representante do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), e selecionará os três primeiros colocados em cada categoria. Os ganhadores receberão entre R$ 5 mil e R$ 15 mil. Não podem se inscrever os servidores do Mapa e de empresas vinculadas, membros da comissão julgadora e profissionais sem formação acadêmica em Comunicação Social ou sem registro profissional na área.

Serão colocados em julgamento apenas projetos escritos e veiculados em língua portuguesa e produzidos no período de 1º de janeiro a 31 de dezembro de 2009. Os trabalhos deverão ser encaminhados para a Assessoria de Comunicação Social do Ministério da Agricultura - Esplanada dos Ministérios, Bloco D, 8º andar - CEP: 70043-900 – Brasília/DF. Essa ação faz parte da agenda comemorativa dos 150 anos da organização, que ocorrerá em 28 de julho de 2010. (Ascom Mapa)


Rádio digital vai levar 20 anos para vingar no Brasil




Até o final deste ano, o Ministério das Comunicações deve decidir pela adoção do padrão europeu de rádio digital, encerrando uma indefinição de três anos. O ministro Hélio Costa afirmou a Rádio Senado ontem (22/09), que somente o sistema DRM (Digital Radio Mondiale) contempla as transmissões digitais em ondas médias, para atingir a região amazônica.

Entretanto, a notícia não significa que a tecnologia estará disponível em breve aos brasileiros. Segundo Costa, a definição do padrão deve fazer com que troca do sistema analógico pelo digital demore 20 anos, mesmo tempo para a implementação da rádio FM no Brasil. O ministro também defendeu a participação da indústria eletrônica no processo para produzir receptores digitais. Nos EUA, com o padrão Iboc, os receptores custam cerca de US$ 100.

De acordo com o portal Tele Síntese, o ministro atribuiu à Abert (Associação Brasileira de Rádio e Televisão) a culpa pela indefinição. Segundo ele, a entidade era responsável pelos testes em emissoras de 10 capitais com o padrão norte-americano Iboc (In Band on Channel) durante dois anos e quando apresentou o relatório favorável, o trabalho foi reprovado pela Universidade Mackenzie, que reúne os maiores especialistas de rádio digital do país.

Os equipamentos para iniciar os testes do modelo europeu devem chegar logo ao Brasil e serão acompanhados pela Anatel. Costa afirmou que o padrão norte-americano, que não transmite em OM, também não resolveu os problemas das "sobras" nas transmissões em grandes cidades. Outro problema é a questão sobre o pagamento de royalties à empresa detentora do sistema.

O ministro apresentou as vantagens do sistema digital em rádios como o som puro, multiplicação de canais onde existe dificuldade de espectro e convergência. Segundo ele, o novo sistema dará uma nova vida ao rádio, que utiliza praticamente os mesmos recursos há 80 anos.

Fonte: Redação Adnews